• 09 de outubro de 2017, 10:23
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Trabalhadores dos Correios aceitam reajuste de 2,07% do TST e encerram greve

Funcionários da estatal terão reajuste de 2,07% retroativo ao mês de agosto e manutenção de cláusulas presentes em acordo coletivo de trabalho

A maioria dos sindicatos de trabalhadores dos Correios realizou assembleias e votou pelo fim da paralisação que já durava 17 dias. Com a decisão tomada nesta sexta-feira (6), os funcionários da estatal aceitam a proposta do ministro Emmanoel Pereira, vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho ( TST ). A assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho para 2017 e 2018 pela empresa e as federações de trabalhadores deverá ser realizada na próxima terça-feira (10).

Em nota enviada à imprensa, os Correios afirmam que a proposta apresentada pelo tribunal estabelece um reajuste de 2,07% (INPC) retroativo ao mês de agosto de 2017. A negociação também incluiu compensação de 64 horas (oito dias) e desconto dos demais dias de ausência, além de manutenção de cláusulas presentes em um acordo coletivo de trabalho válido entre 2016 e 2017.

A cláusula 28 do acordo, que trata do plano de saúde para os trabalhadores, ainda é mediada pelo TST. Segundo a empresa, das 108 mil pessoas que compõem o quadro de funcionários, aproximadamente 90% estão trabalhando normalmente em todo o País.

Boa parte dos serviços, inclusive SEDEX e PAC, seguem disponíveis. Apenas os serviços com hora marcada (Sedex10, Sedex12, Sedex Hoje, Disque Coleta e Logística Reversa Domiciliária) seguem suspensos.

Neste fim de semana, a empresa deverá realizar mais um mutirão. O objetivo é entregar cerca de 5 milhões de cartas e encomendas.

Crise nos Correios
A estatal enfrenta grave crise financeira, sendo que em dois anos a empresa acumula prejuízo na ordem de R$ 4 bilhões. A situação se tornou tão grave na estatal que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, chegou a considerar a possibilidade de privatizar a operação.

Meirelles enfatizou que não há uma decisão tomada e que qualquer medida será analisada com cautela. Uma das formas encontradas pela estatal para controlar as finanças foi apresentada no ano passado com o Programa de Demissão Incentivada (PDI).

A intenção era atingir 8 mil servidores, mas apenas 5,5 mil aderiram ao programa. Em março deste ano, foi anunciado o fechamento de 250 agências, sendo que as operações estavam localizadas em municípios com mais de 50 mil habitantes.

A empresa ainda estuda formas de economizar com a folha de pagamento e de como continuar a custear o plano de saúde de seus colaboradores. Hoje os Correios arca com 93% dos custos dos planos de saúde e os funcionários, com 7%. (Fonte: Brasil Econômico)


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