• 28 de maio de 2018, 09:54
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SETOR DE CARTÕES E BANCOS FICAM COM ATÉ R$ 0,15 DO PREÇO DA GASOLINA

 

A taxa paga pelos postos de combustíveis para receber pagamento com cartões fica hoje entre 1% e 1,1% no débito e entre 1,60% e 1,65% na função crédito, diz o presidente do Sincopetro, sindicato que representa os postos, José Alberto Paiva Gouveia. Na segunda modalidade, o dono do posto paga ainda cerca de 2% se quiser antecipar os recebíveis.

De acordo com Gouveia, cerca de 75% das vendas dos postos do país são feitas por meio eletrônico, sendo que esse índice é maior em regiões mais ricas e menor nas mais pobres. Do total, cerca de 50 pontos percentuais são pagos com cartão de crédito e outros 25 pontos na função débito.

Uma das demandas do setor, diz o presidente do Sincopetro, é que nas vendas com cartão de crédito seja cobrada uma tarifa fixa em reais por transação, e não um percentual sobre a venda, já que não há risco de crédito na transação.

or de cartões é de R$ 0,043 por litro na função débito e de R$ 0,068 no crédito. Quando se adiciona o custo de antecipação de recebíveis do crédito feita pelo banco ou pelas adquirentes, de 2%, o sistema financeiro acaba ficando com até R$ 0,15 do preço de venda da gasolina, o que representa um terço da margem média de revenda de R$ 0,45 por litro na função débito e de R$ 0,068 no crédito.

Quando se adiciona o custo de antecipação de recebíveis do crédito feita pelo banco ou pelas adquirentes, de 2%, o sistema financeiro acaba ficando com até R$ 0,15 do preço de venda da gasolina, o que representa um terço da margem média de revenda de R$ 0,45 por litro divulgada pela ANP.

Da parcela que sobra para o dono do posto após os custos com cartão, o presidente do Sincopetro diz que entre 40% e 43% são gastos com mão de obra.

Questionado sobre a possibilidade de redução de custos com pessoal, Gouveia destacou que a legislação proíbe bombas de auto-serviço em postos de combustíveis, como existe em inúmeros outros países.

A lei 9.956 é de autoria do ex-ministro e ex-deputado Aldo Rebelo (SD) e foi sancionada em janeiro de 2000, pelo presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). A justificativa para a medida, na época, era a proteção dos empregos dos frentistas. (Fonte: Valor Econômico)

 

 


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