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| Números representam um aumento de 51,7% em relação a 2015 |
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De acordo com a Pesquisa de Emprego Bancário (PEB), divulgada nesta segunda-feira (26) pela Contraf-CUT, de janeiro a agosto de 2016, houve fechamento de 9.104 postos de trabalho nos bancos brasileiros, sendo a maioria em São Paulo e no Rio de Janeiro. Isso representa um aumento de 51,7% em relação ao mesmo período em 2015, quando foram extintos 6.003 postos. E equivale à quase totalidade dos postos fechados em todo o ano passado (9.886). |
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A maioria dos desligados foram trabalhadores mais velhos e com mais tempo no emprego. A análise por setor de atividade econômica mostra que os bancos múltiplos com carteira comercial, categoria que engloba grandes instituições como Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, HSBC e Banco do Brasil, foram os principais responsáveis pelo saldo negativo. Fecharam 7.150 postos, 78,5% do total. A Caixa Econômica Federal foi responsável pelo corte de 1.961 postos de trabalho. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), São Paulo foi o estado onde ocorreram mais cortes (-4.498 postos, quase 49,4% do total), seguido pelo Rio de Janeiro, que fechou 1.410 postos (15,5%), Paraná, com 645 postos de trabalho bancário extintos (7,1%) e Minas Gerais (- 620 postos ou 6,8% do total). Somente quatro estados registraram saldo positivo, com destaque para o Pará com 102 postos abertos. Motivos dos Desligamentos Do total dos desligamentos ocorridos nos bancos, 62% foram sem justa causa, perfazendo 14.533 desligamentos. Os desligamentos a pedido do trabalhador representaram 28% do total e totalizaram 6.673. Desigualdade entre homens e mulheres As 7.190 mulheres admitidas nos bancos nos primeiros oito meses de 2016 receberam, em média, R$ 3.075,53. Esse valor correspondeu a 71,3% da remuneração média auferida pelos 7.202 homens contratados no mesmo período, que foi de R$ 4.314,60. No momento do desligamento observou-se a mesma diferença na remuneração entre homens e mulheres. As mulheres que tiveram o vínculo de emprego rompido nos bancos no período recebiam R$ 5.328,66, o que representou 71,3% da remuneração média dos homens desligados dos bancos. Faixa Etária Os bancários admitidos concentraram-se na faixa etária de 18 a 24 anos, com isso o saldo de emprego nessa faixa foi positivo em 3.286 postos. Os desligamentos se concentraram nas faixas etárias superiores a 25 anos de idade e, especialmente, na de 50 a 64 anos, que registrou um corte de 5.461 postos de trabalho (60% do total de postos fechados). Tempo no Emprego Entre os 23.496 desligados, a maior parte tinha 10 ou mais anos no emprego (8.475 cortes, que correspondem a 36% do total). Outros 5.055 tinham entre 5 e 10 anos no emprego (21,5%). Observa-se, portanto, que o corte dos postos nos bancos se deu principalmente entre aqueles com maior tempo de casa. Confira aqui e confira tabelas e gráficos da pesquisa. * Fenae com Contraf-CUT |
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