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No acumulado no 1º semestre, o banco registra lucro líquido de R$ 5,79 bilhões, alta de 56%. Aumento do crédito e controle de custos impulsionam ganhos.
O Santander Brasil registrou lucro líquido de R$ 2,97 bilhões no segundo trimestre, um crescimento de 5,4% na comparação com o 1º trimestre (R$ 2,8 bilhões), segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (25).
O lucro gerencial, que exclui fatores extraordinários do ano fiscal, alcançou R$ 3,02 bilhões no 2º trimestre.
No acumulado no 1º semestre, o banco registrou lucro líquido societário, usado como referência para remuneração aos acionistas, de R$ 5,79 bilhões, o que representa uma crescimento de 56,4% na comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 3,7 bilhões).
O banco atribuiu o resultado ao crescimento da base de clientes , alta das receitas totais e ganhos de eficiência.
Carteira de crédito cresce 13,1% em 12 meses
A carteira de crédito total somou R$ 290,48,398 bilhões no final de junho, aumento de 13,1% em doze meses, impulsionado pelas linhas para pessoas físicas. Em 3 meses, a carteira total teve expansão de 3,6%.
O destaque foi o financiamento ao consumo, com um salto de 23% em 12 meses e 5,4% em três meses. "O desempenho em ambos os períodos foi impulsionado pela expansão, principalmente, de consignado, cartão de crédito e imobiliário", destacou o banco em relatório.
Além do aumento do volume de operações, o banco praticou maiores spreads (diferença entre o custo de captação e o valor cobrado para emprestar a clientes). Com isso, a receita oriunda das operações de crédito cresceram 20,1% ano a ano, destaca a Reuters.
Inadimplência cai e receitas com tarifas crescem
Já o índice de inadimplência superior a 90 dias atingiu o menor patamar histórico, totalizando 2,8% no final de junho, ante 2,9% no final de março.
Com isso, a despesa com banco com provisões para perdas com calotes, menos a despesa com recuperação de operações baixadas para prejuízo, somou R$ 2,6 bilhões no trimestre, queda de 1,8% contra o primeiro trimestre. O indicador que mede o custo do crédito ficou estável ano a ano, em 3,2%.
Em outra frente, as receitas com tarifas e serviços subiram 3,4% contra o trimestre imediatamente anterior e evoluíram 12,7% ano a ano, para R$ 4,28 bilhões.
Com esse conjunto, a rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido, que mede como um banco remunera o capital de seus acionistas, foi de 19,5% no período ante 19,1% no trimestre anterior. (Fonte: G1)
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