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As repercussões do escândalo de corrupção na Petrobras poderiam afetar o Banco do Brasil SA mais do que qualquer outro banco grande, apesar de que quantificar os danos vindos de perdas potenciais de empréstimos seja difícil, afirmou a UBS Securities na segunda-feira. É o que diz uma matéria de Guillermo Parra-Bernal, da agência Reuters publicada na segunda-feira (23/02).
Em uma nota, o estrategista Philip Finch disse que se os problemas relacionados ao escândalo levarem a uma elevação de 0,1 ponto percentual nos custos de empréstimos, o lucro líquido do banco estatal e a volta à equidade poderia cair em 4,5% e 0,6%, respecti
vamente.O Banco do Brasil é o maior credor do país em ativos.
Entretanto, Finch disse que as regras que impedem bancos de detalharem suas exposições para empresas específicas dificultam ter acesso à dimensão da deterioração na qualidade da carteira de crédito de um banco decorrente da operação lava-jato.
O relatório destaca como a qualidade dos ativos se tornou uma questão central para investidores que seguem bancos brasileiros depois da operação lava-jato. Até que as incertezas relativas à desaceleração do Brasil, o risco de racionamento de água e eletricidade e o escândalo começarem a vazar, a UBS vai manter uma recomendação “neutra” sobre os bancos brasileiros, disse Finch.
A operação lava-jato atiçou a aversão ao risco, e a aprovação corporativa de empréstimos é a que mais deve sofrer temporariamente, disseram analistas do Grupo BTG Pactual na semana passada.
Por outro lado, o Itaú Unibanco Holding SA e o Banco Bradesco SA, os maiores bancos do setor privado do país, parecem bem preparados para suportar quaisquer perdas decorrentes das investigações.
O Itaú possui uma taxa de cobertura - a medida de reservas para crédito arriscado - de 1,93 reais por 1 real em mau crédito, com provisões atualmente em 6% de sua carteira de empréstimos. De acordo com as estimativas de Finch, o Bradesco seria o menos afetado, com ganhos e rendimento do capital próprio caindo 1,3% e 0,24%.
O Bradesco tem a maior exposição de empréstimo ao petróleo e aos setores de gás e construção, com 13,8% de impressionantes empréstimos, enquanto que o Banco do Brasil parece estar mais exposto à Petrobras, diz a nota da UBS. (Fonte: JB Online)
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