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O Itaú Unibanco obteve lucro líquido ajustado de R$ 6,176 bilhões no primeiro trimestre, número 19,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. A comparação é pro forma para refletir a consolidação do chileno CorpBanca nos dois períodos. (Talita Moreira e Silvia Rosa)
O lucro líquido contábil foi de R$ 6,052 bilhões de janeiro a março, com alta de 9,2% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.
O resultado superou as expectativas de analistas consultados pelo Valor. Na média, eles previam lucro gerencial de R$ 5,99 bilhões para o Itaú.
A margem financeira gerencial encolheu 1,7% na comparação com o primeiro trimestre de 2016 e ficou em R$ 17,122 bilhões. Esse desempenho deveuse às operações com clientes, em que a margem caiu 2,7%, para R$ 15,254 bilhões. Nas operações de tesouraria, a margem cresceu 7,5% e foi a R$ 1,868 bilhão.
No entanto, recuaram as provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDD), que pesaram no resultado no ano passado. No Itaú, as despesas líquidas com PDD foram de R$ 5,392 bilhões no primeiro trimestre, o que representa queda de 31,1% na comparação anual e de 7,4% em relação ao quarto trimestre de 2016.
O Itaú voltou a fazer baixas contábeis de títulos (“impairment”), que foram de R$ 444 milhões de janeiro a março. Não foi feito ajuste desse tipo no começo de 2016. Porém, o valor caiu 64,6% em relação ao realizado no quarto trimestre do calendário anterior, de R$ 1,255 bilhão.
O resultado líquido das despesas com PDD e “impairment” foi de R$ 4,988 bilhões, mostrando queda de 28,5% em relação ao primeiro trimestre de 2016 e de 17,9% frente ao quarto trimestre daquele mesmo ano.
O pro
duto bancário, que contabiliza as rendas das operações bancárias e de seguros, totalizou R$ 26,973 bilhões, com leve alta de 0,3% em relação ao primeiro trimestre de 2016.
Os ativos totais da instituição somavam R$ 1,413 trilhão no fim de março, crescimento de 1,1% em 12 meses. Em relação a dezembro de 2016, no entanto, houve queda, de 1%.
Carteira de crédito
A carteira de crédito total do Itaú Unibanco, que inclui operações de avais, fianças e títulos privados, somava R$ 586,998 bilhões no fim do primeiro trimestre, o que representa queda de 1,9% em relação aos três meses anteriores e redução de 7,9% ante mesmo período do ano passado.
A carteira de pessoas físicas registrou recuo de 1,6% no trimestre, com redução de 4,78% em cartão de crédito e crescimento de 0,5% no crédito consignado e de 0,6% no segmento imobiliário.
Já no segmento de pessoas jurídicas, houve redução de 2,7% no trimestre e de 10,7% em 12 meses.
No fim do primeiro trimestre de 2017, o índice de inadimplência das operações vencidas acima de 90 dias correspondeu a 3,4%, mantendose estável em relação ao trimestre anterior e apresentando redução de 0,1 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2016.
No Brasil, o índice de inadimplência se situou em 4,2% no trimestre, também estável em comparação com o trimestre anterior e com recuo de 0,2 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado. Para a América Latina, o mesmo indicador apresentou aumento de 0,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.
Vale reforçar que as comparações são pro forma, refletindo a consolidação do CorpBanca em todo o período.
Inadimplência
De janeiro a março, o Itaú Unibanco apresentou uma piora na inadimplência de curto prazo, ou antecedente. As operações com atrasos de 15 a 90 dias subiram para 3,2% da carteira, ante 2,5% em dezembro e 3,1% em março do ano passado.
Olhando apenas para as operações de crédito no Brasil, a inadimplência de curto prazo era de 3,3% no fim do trimestre, estável na comparação com março do ano passado e superior aos 2,6% registrados em dezembro. A alta foi puxada pelo segmento de grandes empresas.
Nas operações na América Latina, o indicador saiu de 1,8% em março do ano passado, subiu para 2,3% em dezembro de 2016 e chegou, agora, a 2,7%.
De acordo com o Itaú, o índice de inadimplência de 15 a 90 dias foi de 4% nas operações de pessoa física no Brasil, com alta de 0,4 ponto percentual em relação ao fim do ano passado e queda de 0,2 ponto frente a março de 2016. A subida no trimestre, segundo o banco, deveuse principalmente às linhas de crédito pessoal e cartão de crédito e foi típico da sazonalidade do período.
Movimento parecido se deu nas micro, pequenas e médias empresas no Brasil, segmento em que a inadimplência de curto prazo estava em 3,7% no fim de março, ante 3,5% em dezembro e 4,2% em março do ano passado.
Na modalidade de grandes empresas no Brasil, o indicador marcou 2% no fim do primeiro trimestre, bem acima do 0,7% registrado em dezembro e do 1,5% visto em março de 2016. A variação nesse segmento foi atribuída pelo Itaú principalmente a “alguns grupos econômicos do setor de infraestrutura”. (Fonte: Valor Econômico)
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