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O Itaú, maior banco brasileiro, anunciou na noite desta quinta-feira (11) acordo para comprar, por R$ 5,7 bilhões, 49,9% da XP, maior corretora do país e que vinha incomodando as grandes instituições financeiras com sua campanha de "desbancarização" dos investimentos.
O negócio envolve a injeção de R$ 600 milhões na corretora e um acerto entre o banco, o fundo General Atlantic e a gestora Dynamo, ambos acionistas da XP Investimentos.
O acordo prevê que a participação do Itaú na corretora cresça nos próximos anos, até chegar a 75%. O banco comprometeu-se a comprar uma fatia adicional de 12,5% em 2020 e outra de 12,5% em 2022. Dessa forma, General Atlantic e Dynamo poderão deixar o negócio.
Os sócios da XP manterão, contudo, a maior parte das ações com direito a voto (50,1%) e terão controle sobre a gestão. O fundador e principal acionista individual, Guilherme Benchimol, seguirá à frente do negócio.
Segundo comunicado divulgado pela corretora, o acerto permitirá que a XP mantenha sua independência operacional. De acordo com a nota, haverá "livre competição" entre Itaú e XP. 
Convencer os clientes disso será um dos principais desafios da corretora, que nos últimos anos iniciou agressiva campanha de marketing para persuadir investidores a deixar os grandes bancos.
Preservar esse ativo era, aliás, o argumento usado por Benchimol para descartar a entrada de um grande banco do varejo no capital de sua empresa.
Com a venda de 49,9% de seu capital para o Itaú, a corretora abandonará o plano de lançar ações em Bolsa. A oferta vinha sendo gestada havia meses. Nesta semana, a XP entrou com pedido de oferta na CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
O acordo entre Itaú e XP Investimentos depende aprovação do Banco Central e do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
INDEPENDENTE
Criada em 2001 em Porto Alegre, a XP, que em março tinha R$ 69 bilhões em ativos sob sua gestão, ganhou mercado ao se apresentar como alternativa aos bancos: uma plataforma independente que oferece todo tipo investimento –os bancos de varejo privilegiam produtos próprios.
A empresa adotou a estratégia de aliar educação financeira à oferta de investimentos. Os fundadores –Benchimol e o colega Marcelo Maisonnave– criaram seu próprio mercado, dando aulas àqueles que não tinham conhecimento do mercado.
A dupla adotou o modelo de agentes autônomos, profissionais que vivem de conquistar investidores para a XP. Aperfeiçoou-se com a ideia de oferecer a maior variedade possível de aplicações –o conceito de supermercado de investimentos.
A XP comprou rivais –a Clear, em 2014, e a Rico, em 2016– e contou com a ajuda da popularização da internet e dos smartphones, que tornou transações mais fáceis e baratas. (Fonte: Folha.com)
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