• 06 de julho de 2018, 10:33
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INFLAÇÃO PARA PESSOAS DE BAIXA RENDA FOI MAIOR EM JUNHO DO QUE PARA AS DEMAIS




Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 chegou a 1,52%, acima do indicador que mede a taxa do restante da população que ficou em 1,19%

A Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgou nesta quinta-feira (5) o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) que mede a inflação para as famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos. E o índice que é conhecido como inflação de baixa renda saltou de 0,6% acumulado em maio para 1,52% no mês de junho. Bem acima do IPC-BR (que mede a taxa do restante da população) e registrou variação positiva de 1,19%.

Dessa forma, a inflação de baixa renda acumulou alta de 3,03% no ano e de 3,59% nos últimos 12 meses. Esse índice, porém, está abaixo do acumulado pelo IPC-Br nos últimos 12 meses que foi de 4,43%.

Inflação de baixa renda puxada por ovos, luz e gasolina
O mês de junho, como um todo, foi terrível para a inflação no Brasil. Apesar de, no ano, a estimativa estar até abaixo do considerado ideal e projetado pelo governo, no mês, por conta da greve dos caminhoneiros , a inflação disparou. Os mais pobres, porém, pagaram uma fatia maior dessa conta.

Isso porque dentre as oito classes de despesa pesquisadas e utilizadas para compor os cálculos desse índice, seis apresentaram aumento nas taxas de variação.

A alimentação foi o principal destaque negativo. Compondo a maior parte dos gastos das famílias de baixa renda, o setor que tinha acumulado alta de apenas 0,50% em maio, saltou para 2,31% em junho, pesando na conta final do consumidor.

A habitação também não ficou muito atrás. Após retomar a valorização com alta de 1,02% no mês de maio, em junho ela apresentou o maior percentual, alcançando os 2,36%. Já no setor que engloba educação, leitura e recreação os preços que tinham reduzido 0,37% no mês de maio, agora apresentaram alta de 0,51% no mês passado.

Transporte (de 0,64% para 0,73%), comunicação (de -0,06% para 0,15%) e despesas diversas (de 0,11% para 0,23%) apresentaram altas menores justamente por serem mais dependentes de serviços e menos de produtos afetados pela crise de distribuição e abastecimento gerada pela greve dos caminhoneiros que durou 11 dias em todo País.

Nesses grupos, os principais produtos que puxaram a alta no índice foram:

 - Aves e ovos (de -1,25% em maio para 10,23% em junho)
 - Tarifa de eletricidade residencial (de 5,25% em maio para 9,34% em junho)
 - Hotel (de -4,95% em maio para 2,95% em junho)
 - Gasolina (de 2,64% em maio para 4,25% em junho)
 - Alimentos para animais domésticos (de 0,01% em maio para 0,93% em junho)
 - Mensalidade para internet (de -0,04% em maio para 0,42% em junho)

Em contrapartida, os dois únicos setores que apresentaram deflação foram o de Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,66% em maio para 0,15% em junho) e Vestuário (de 0,35% para 0,27% em junho). Nesses setores, os artigos de Higiente e Cuidado Pessoal (de 0,75% em maio para -0,54% em junho) e os Calçados Infantis (de 1,48% em maio para -0,07% em junho) foram os responsáveis por influenciar a inflação de baixa renda. (Fonte: Brasil Econômico)

 


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