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De acordo com levantamento da Serasa, total de dívidas em janeiro é de R$ 255 milhões; desemprego é a principal causa
Cerca de 59 milhões de brasileiros terminaram o ano passado e abriram 2016 na lista de inadimplentes. O número de janeiro é o maior já registrado desde que o levantamento passou a ser feito pela Serasa, em 2012. O total de dívidas chega a R$ 255 bilhões. 
Houve aumento em relação à janeiro de 2015, quando 54,1 milhões de consumidores haviam começado o ano no vermelho. Neste cenário de recessão prolongada, a principal causa da inadimplência registrada foi o desemprego.
A taxa de desemprego no Brasil subiu a 9% no trimestre encerrado em outubro, e renovou o maior patamar da série iniciada em 2012, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada no último dia 15 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No trimestre encerrado em julho, a taxa foi 8,6% e, no período entre agosto e outubro de 2014, chegou a 6,6%
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“O trabalhador, que conta com o salário para sustentar a família, obviamente, tem motivos para se preocupar ao ser demitido”, argumenta a diretora do SerasaConsumidor, Fernanda Monnerat.
“Mas o desespero não é bom conselheiro e atitudes intempestivas só vão agravar a crise. Colocar a cabeça no lugar, compartilhar a situação com a família e começar a fazer as contas são os primeiros passos para encarar o momento.”
As dívidas e as prestações mensais, sem dúvida, são a maior assombração de quem se vê sem emprego de uma hora para a outra. Contatar os credores de financiamentos para expor a situação e alongar prazos é uma das saídas, mas a venda de bens com liquidez, como o carro, também deve ser considerada.
“O desempregado precisa ter em mente que trata-se de uma fase complicada e cheia de restrições, mas que pode ser atravessada desde que haja organização e disciplina”, acrescenta Monnerat. “Muitas vezes, a condição [de desemprego] é um estímulo para começar um novo estilo de vida, em um posto de trabalho melhor ou até como patrão.”
A pesquisa realizada com 8.288 pessoas nas agências da Serasa, em novembro do ano passado, apontou ainda o descontrole financeiro, o esquecimento dos compromissos financeiros, o empréstimo do nome para terceiros e despesas extras com educação, saúde e outros serviços como outros motivos principais para o não pagamento das dívidas. (Fonte: iG)
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