• 03 de dezembro de 2015, 10:51
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Combate às metas abusivas nos bancos avançam

A última campanha dos bancários mostrou mais uma vez a importância de manter firme a luta pelo fim das metas abusivas. Sem esmorecer, a cada ano a categoria alcança avanços. Em 2015 foi a inclusão da cláusula 57 na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Ela funciona como um complemento à cláusula 56 – de prevenção de conflitos no ambiente de trabalho – que já existe desde 2010 e vem alcançando resultados capazes de impossibilitar aos bancos negar que haja cobranças exageradas por metas.

“Os resultados da ferramenta de denúncia, de janeiro de 2011 para cá, são alarmantes. A maioria das queixas no nosso canal trata de metas abusivas, o que está totalmente relacionado ao assédio moral. E isso em todas as instituições financeiras, mesmo em bancos públicos. O aumento considerável das denúncias a cada ano pedia esse aprimoramento conquistado este ano”, ressalta Dionísio Reis, secretário de Saúde do Sindicato de SP.

A nova cláusula consiste num programa de desenvolvimento e organização para melhoria contínua das relações de trabalho. A prevenção de conflitos já prioriza a construção de um ambiente saudável, promoção de valores éticos, morais e legais, além do comprometimento dos bancos para que o monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, de forma positiva. “Mas não é isso que ocorre. E continuamos pressionando os bancos que descumprem a convenção coletiva. Os exemplos da abusividade são as denúncias que chegam ao Sindicato”, alerta Dionísio.

Excessos, sim
No primeiro dia de negociação da Campanha 2015, em 2 de setembro, os bancos reconheceram que pode haver excessos na cobrança de metas por parte dos gestores. “Lutamos para melhorar as condições de trabalho e a cada ano um passo é dado nesse sentido. Por mais difícil que seja a realidade dos bancários diante das cobranças e do assédio moral, não podemos deixar de colocar o dedo na ferida e ignorar esse problema tão complexo.

Quase todas as agências têm um bancário afastado ou tomando medicamento. Repensar esse modelo é urgente!”, conclui o dirigente sindical, ressaltando a importância da participação dos bancários, denunciando os problemas nos locais de trabalho. “A ferramenta só funciona com a atuação conjunta entre os Sindicatos e bancários.” (Fonte: Seeb SP)


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