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Mobilização cobra contratações, para diminuir filas e melhorar atendimento; bancos cobram juros e tarifas altos, podem pagar aumento; acabar com desigualdade de gênero; proporcionar segurança e muito mais (Felipe Rousselet)
1 – Demissões prejudicam o atendimento aos clientes. Apenas no primeiro semestre, Itaú, Santander, Bradesco, Caixa e Banco do Brasil extinguiram 7.897 postos de trabalho. Desde 2012, já eliminaram mais de 23 mil empregos. Com mais bancários trabalhando, como reivindica a categoria, diminuirão as filas nas agências.
2 – Só com taxas e tarifas cobradas dos clientes, os bancos cobrem suas despesas com pessoal e ainda sobra muito. Itaú cobre 163,3%; Santander 152,3%; Bradesco 136,7%; Banco do Brasil 104,3%; e Caixa 104%.
3 – Os bancos faturaram R$ 29,7 bilhões só no 1º semestre. Segundo a consultoria Economatica, o setor é o mais lucrativo do país. Só que, ao invés de colaborar com a re
tomada do crescimento econômico, concedendo aumento real, demitem trabalhadores.
4 – Mulheres recebem em média 22,1% menos que os homens nos bancos. Uma das reivindicações da categoria é igualdade de oportunidades para todos: mulheres, negros, gays, lésbicas, transexuais e pessoas com deficiência.
5 – Os bancários fazem de tudo para não prejudicar o atendimento. Durante a greve, o autoatendimento funciona normalmente e muitas unidades permanecem abertas.
6 – Em defesa dos direitos de todos os trabalhadores. Além das pautas específicas da categoria, os bancários defendem a manutenção dos direitos trabalhistas; do SUS; das empresas públicas como BB, Caixa, Petrobras; e são contra a reforma da Previdência, que quer impor a aposentadoria só a partir dos 65 anos.
7 – Segurança dos bancários e clientes. Uma das reivindicações da categoria é o reforço da segurança nas agências: portas giratórias, biombos nos caixas eletrônicos e o fim da guarda das chaves pelos trabalhadores, além da permanência de dois vigilantes por andar nas agências e postos de serviços bancários.
8 – Operações irregulares. Você vai contratar um empréstimo e, na hora de fechar, descobre que só será aprovado se adquirir um seguro. Essa prática, proibida pela legislação, é forçada pelos bancos na cobrança por metas. Nesse contexto, os bancários querem o fim da pressão e do assédio moral para o cumprimento de metas abusivas.
9 – Greve é um direito constitucional. A greve é um direito constitucional de todos os trabalhadores quando as negociações não avançam, como fizeram os bancos. E, para que o movimento não seja considerado abusivo, o Sindicato cumpriu todos os prazos e determinações da lei 7.783/89.
10 – Para a greve acabar, só depende dos banqueiros. Os bancos sabem que os trabalhadores não aceitarão perdas salariais. Para que a greve acabe, basta que façam proposta com garantia para os empregos, reajuste digno. O setor mais lucrativo do país pode e deve isso aos bancários e a toda sociedade. (Fonte: Seeb SP)
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