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| Medida vale para unidades com até 15 trabalhadores |
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| Em reunião da mesa de negociação permanente, realizada nesta quarta-feira, 16 de abril, os representantes dos trabalhadores cobraram da Caixa Econômica Federal o cumprimento da cláusula do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2013/2014 referente ao pagamento de horas extras em agências com até 15 empregados. Entidades sindicais e do movimento associativo receberam denúncias de funcionários destas unidades que estão sendo pressionados a não solicitarem o pagamento das horas trabalhadas a mais. |
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O pagamento de todas as horas extras realizadas em agências da Caixa com até 15 empregados foi uma das conquistas da campanha salarial 2013. A medida passou a vigorar em janeiro deste ano.
Os representantes da Caixa alegaram que não tem conhecimento do problema. Segundo eles, nos meses de janeiro e fevereiro problemas no sistema dificultaram a marcação das horas, mas que já foi normalizado. Ainda, segundo o banco, no início de cada mês o empregado deve entrar no Sipon e marcar a opção requisitando o pagamento. Conforme a diretora de Administração e Finanças da Fenae, Fabiana Matheus, que participou da reunião, “os gestores que ultrapassam este orçamento estão tendo de se justificar às superintendências regionais”. Os representantes dos empregados questionaram também o texto da CE 081 que estabelece os percentuais de compensação das horas extras nas demais agências. Segundo Fabiana Matheus, a circular dá margem a variadas interpretações. A reunião desta quarta-feira marcou a retomada das negociações permanentes em 2014. A maioria dos pontos debatidos está relacionado as condições de trabalho. O coordenador da CEE/Caixa disse que o banco não está cumprindo os compromissos assumidos, nas mesas anteriores, para melhorar as condições de trabalho na retaguarda. A situação dos tesoureiros, segundo avaliação dos trabalhadores, piorou. Eles continuam enfrentando problemas como a sobrecarga de trabalho. A Caixa prometeu apurar a denúncia.
Os trabalhadores cobraram também da Caixa transparência no processo de reestruturação. Segundo Jair Ferreira, a falta de informação deixa os empregados inseguros. Um manifesto de funcionários da GI Programas Sociais de Porto Alegre foi entregue aos representantes da empresa. No documento, os trabalhadores relatam a preocupação com notícias de mudanças e que possam ser aproveitados na área de governo.
Outros pontos A CEE/Caixa defendeu encerrar os trabalhos Fórum do PSIC, por entender que apesar de algumas propostas terem sido implementadas pela Caixa, não houve os avanços necessários para atender às reivindicações dos empregados. Segundo Jair Ferreira, os trabalhadores continuarão defendendo suas propostas relativas ao Processo de Seleção Interna por Competência nas negociações permanentes.
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