• 30 de outubro de 2019, 09:30
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BC pode baixar juro ao menor nível da história para tentar aquecer economia


O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central define nesta quarta-feira (30) a taxa básica de juros (Selic). Em meio à fraqueza da economia e aos índices de inflação controlados, a expectativa da grande maioria dos analistas é de um novo corte de 0,5 ponto percentual, para 5% ao ano. Será o terceiro corte seguido, levando os juros para uma nova mínima histórica.

"As projeções indicam que a taxa Selic, depois de chegar a 5,5% em setembro, deva cair ainda mais até o fim do ano. Muitos fatores podem nortear a próxima decisão do Copom: inflação corrente persistentemente baixa; expectativa de inflação futura também baixa e abaixo da meta, além da lenta recuperação da atividade econômica", disse Rafael Cardoso, economista-chefe da Daycoval Asset Management.

Evolução da Selic desde janeiro de 2016 
Em outubro de 2016, o BC deu início a uma sequência de 12 cortes na Selic. Neste período, a taxa de juros caiu de 14,25% ao ano para 6,5% ano. De maio de 2018 até junho de 2019, a taxa foi mantida no mesmo patamar. Foram dez encontros do Copom sem mudanças na Selic.

Juros ao consumidor são mais altos
A Selic é a taxa básica da economia e serve de referência para outras taxas de juros (financiamentos) e para remunerar investimentos corrigidos por ela. A Selic não representa exatamente os juros cobrados dos consumidores, que são muito mais altos.

Segundo os últimos dados divulgados pelo BC, a taxa de juros média do cheque especial subiu para 307,6% ao ano em setembro.

Poupança rende menos
Desde setembro de 2017, a poupança passou a render menos devido a uma regra criada em 2012. Quando a Selic está acima de 8,5% ao ano, a rentabilidade da poupança é de 6,17% ao ano (0,5% ao mês) mais TR (Taxa Referencial). Porém, quando a Selic é igual ou menor que 8,5%, a poupança passa a render 70% da Selic mais TR.

Juros x inflação
Os juros são usados pelo BC como uma ferramenta para tentar controlar a inflação. De modo geral, quando a inflação está alta, o BC sobe os juros para reduzir o consumo e forçar os preços a cair. Quando a inflação está baixa, o BC derruba os juros para diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

A meta é manter a inflação em 4,25% este ano, mas há uma tolerância de 1,5 ponto para cima e para baixo, ou seja, pode variar entre 2,75% e 5,75%. Em setembro, a inflação acumulada em 12 meses ficou em 2,89%, dentro do limite da meta do governo, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). (Fonte: UOL)

 


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