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Com a medida, banco passa a monitorar 98,5% de todas as operações de crédito do sistema financeiro
Até junho, continua o acompanhamento dos financiamentos com volume superior a R$ 1 mil BRASÍLIA - O Banco Central passará a controlar operações de crédito a partir de R$ 200,00 de 30 de junho em diante. Até lá, continua o acompanhamento dos financiamentos com volume superior apenas a R$ 1 mil. Com isso, o regulador passa a supervisionar 98,5% de todas as operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN), que está em R$ 3,26 trilhões.
A ampliação se dá em um momento em que há aumento da inadimplência no País. Em janeiro de 2015, a taxa estava em 2,8% de todo o volume financiado por meio de instituições financeiras e um ano depois – o dado mais recente é de janeiro de 2016 – avançou para 3,5%. Segundo estimativa da própria autoridade monetária, o volume de calotes tende a aumentar em períodos de recessão, como o de agora, em que há elevação do desemprego e redução da renda das famílias. Somado a isso, a economia doméstica também passa por um período de alta da inflação, o que corrói o rendimento da população.
De acordo com a assessoria de imprensa do BC, a alteração contribui para o aprimoramento das ferramentas que a instituição possui para monitorar o sistema financeiro. Auxilia na supervisão e na avaliação das condições econômico-financeiras das instituições e do mercado de crédito, fazendo com que o regulador possa ter condições de exigir ações prudenciais de quem está emprestando dinheiro, assim como as próprias instituições poderão fazer avaliações mais precisas.
Com a inclusão de linhas de crédito menores no Sistema de Informações de Crédito (SCR), a expectativa do BC é que passem a ser englobadas na base de dados 38 milhões de novas pessoas. Atualmente, são 77 milhões. “A medida aumenta a quantidade de clientes que poderão consultar seus registros no SCR, além de permitir que as instituições financeiras ampliem a capacidade de avaliação de risco de crédito”, informou o BC em nota à imprensa.
A contabilização dos R$ 200,00 será feita por pessoa em empréstimos realizados dentro de uma mesma instituição. Ou seja, se um tomador contraiu uma dívida de R$ 200,00 em um banco, essa operação entrará no SCR. Da mesma forma, se houver mais de um financiamento em uma mesma instituição, mas por meio de duas linhas diferentes, haverá inclusão. A soma não acontece para fins de registro, mas quando esse valor é atingido por meio de crédito obtido em instituições financeiras diferentes.
Em 2011, o BC já havia reduzindo o valor de R$ 5 mil para R$ 1 mil. Na ocasião, a autoridade monetária alegou que, com a bancarização e a inclusão financeira, as operações de menor valor passavam a ter mais importância.
Fonte: Estadão
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