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Expectativa é que ritmo de crescimento, que em 2016 chegou a 14,3%, se mantenha em janeiro (Antonio Temóteo)
Os beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já devem R$ R$ 98,3 bilhões às instituições financeiras somente em operações de crédito consignado, conforme dados do Banco Central (BC) registrados até dezembro de 2016. O estoque desses financiamentos registrou crescimento de 14,3% no ano passado e a tendência é que ultrapasse os R$ 100 bilhões ainda em janeiro.
O ritmo de alta do saldo total é superior ao registrado em 2015, quando essa modalidade teve
expansão de 11,3%. Com renda garantida, os aposentados e pensionistas da Previdência Social mantêm o apetite por financiamentos e aproveitam os juros menores do que a de outras linhas para fazer as operações. A taxa média para essa operação, segundo os dados do BC, chegou a 30,3% ao ano em dezembro, uma queda de 0,6 ponto percentual em relação ao mesmo mês de 2015.
Apesar do crescimento significativo do consignado em meio à retração da economia e do encolhimento de 3,5% do estoque de crédito no país, as instituições financeiras têm acompanhado a revisão de aposentadorias por invalidez iniciada pelo INSS para não tomar calote de quem eventualmente perder o benefício.
O Itaú Unibanco, por exemplo, informou que não houve mudanças nas concessões, mas acompanha o assunto. Bradesco e Banco do Brasil explicaram que as operações são disponibilidades normalmente para os clientes e não adotaram restrições. Mas fontes do mercado financeiro informam que as restrições são cada vez maiores para novos empréstimos.
A beneficiária do INSS Sandra Marques, 55 anos, recebe uma pensão e uma aposentadoria e procurou uma instituição financeira para fazer um consignado. O empréstimo não foi aprovado porque o banco não quis levar em consideração a margem que ela teria direito com o valor que recebe dos dois benefícios. Ela precisou ir a outra financeira e a aguarda a liberação do empréstimo.
A Proteste, associação de consumidores, alerta que a pouca burocracia e os prazos maiores para pagamentos do consignado podem ser uma armadilha para os beneficiários do INSS. A entidade destaca que os aposentados e pensionistas são, em muitos casos, vulneráveis às pressões de parentes e se endividam com os empréstimos. Sem outro rendimento, acabam utilizando o financiamento para pagar outras dívidas e ficam sem renda. (Fonte: Correio Braziliense)
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