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Especialistas avaliam, no entanto, que impacto será pequeno sobre empréstimos e financiamentos Aline Bronzati, Jéssica Alves)
Os grandes bancos anunciaram, imediatamente após a divulgação da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), repasse integral do corte de 1 ponto porcentual na Selic para os juros cobrados em linhas de crédito para pessoa física e empresas. Trata-se da quarta redução consecutiva que essas instituições promovem, em linha com a política monetária do Banco Central de corte dos juros.
No Banco do Brasil, a redução impacta positivamente o segmento de pequenas e médias empresas, com corte de juros no cheque especial, capital de giro e recebíveis. Já na pessoa física, o destaque é a diminuição das taxas na linha de parcelamento do cartão de crédito, cujo juro mínimo passa de 1,91% ao mês para 1,83% ao mês. As taxas valem a partir de amanhã, 1º de junho.
O Bradesco também vai disponibilizar as novas taxas nesta quinta-feira. Com isso, a taxa mínima de cheque especial cairá de 9,57% para 9,49% ao mês. Já a t
axa mínima de juros de crédito pessoal será reduzida de 1,75% para 1,67% ao mês. Para as empresas, além do repasse integral da queda da Selic nas carteiras de desconto, as linhas de conta garantida, capital de giro e cheque especial também serão reduzidas, de acordo com o Bradesco.
"A queda da taxa básica de juros, resultado da baixa consistente da inflação e da maior confiança gerada pelas reformas, permite que continuemos a reduzir a taxa de juros para nossos clientes", destaca Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco, em nota à imprensa.
A instituição cortará os juros nas taxas do empréstimo pessoal, cheque especial, parcelamento de cheque especial e financiamento de veículos no caso do crédito a indivíduos. Para as micro e pequenas empresas, o repasse será para as taxas do capital de giro. No Itaú, as novas taxas passam a valer a partir do dia 7 de junho.
Segundo Joelson Sampaio, professor de economia da Fecap, o impacto nas operações de crédito será pequeno porque, quando o banco vai oferecer crédito, ele observa outras variáveis além da Selic, como a taxa de inadimplência, o nível de desemprego e a confiança da empresário e da indústria.
Ele explica que a crise política afeta indiretamente a redução do spread, diferença entre o que os bancos pagam na captação de recursos e o que eles cobram ao conceder um empréstimo, porque o que é levado em conta é a incerteza quanto a economia e o risco de levar calote e o risco.
Para Sampaio, nesse cenário, em que a economia dava sinais de melhora e tomou um susto com a delação da JBS, o natural é que os bancos reduzam as taxas numa velocidade ainda menor. Com isso, vai demorar ainda mais para o efeito da Selic chegar nos consumidores.
Michael Viriato, coordenador do laboratório de finanças do Insper, explica que a ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada na próxima semana, dará norte para o mercado de como se comportar depois do balde de água fria jogado com a delação da JBS. (Fonte: Estadão)
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