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| Assembleia no SindBancários vai debater proposta |
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As comissões de conciliação voluntárias (CCVs) representam um modo alternativo de solução de conflitos trabalhistas através do qual o trabalhador apresenta uma determinada reivindicação relacionada a um direito trabalhista descumprido em seu local de trabalho diretamente à sua entidade sindical representativa e esta encaminha a reivindicação ao empregador. |
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Para debater este assunto e encaminhar informações, o SindBancários convoca os colegas do Banco do Brasil para assembleia, em 4 de fevereiro, na Casa dos Bancários. O objetivo é decidirem conjunto sobre a instalação ou não de uma CCV nos moldes que o BB propõe.
A assembleia será realizada no auditório da Casa dos Bancários, com primeira chamada às 18h30 e segunda chamada, às 19h.
Entenda o que é a CCV
A partir daí surge um procedimento e é designada uma reunião entre as partes, com a mediação do Sindicato, onde se tenta chegar a uma solução conciliatória.
A base conceitual da Comissão de Conciliação Voluntária é a capacidade das partes envolvidas no conflito de discutirem de forma madura o problema e tentar construir uma solução. As partes devem ter poder para transigir, argumentar, apresentar suas razões, ter bom senso para ouvir os argumentos do outro lado.
Não é o caso da Comissão de Conciliação Voluntária proposta pelo Banco do Brasil. As comissões de conciliação voluntárias já implementadas pelo Banco do Brasil nos últimos anos são comissões que buscam a quitação de direitos trabalhistas com seus empregados, eleitos segundo os interesses específicos do banco, através de reuniões que não são negociações, mas apresentações de propostas em que não são consideradas as ponderações dos empregados e não são apresentados argumentos para a elaboração da proposta apresentada pelos representantes do banco.
O Banco do Brasil apresenta propostas que representam 10% do valor que deveria pagar para o empregado. Isto mesmo, o Banco faz proposta de dez por cento do valor que deveria pagar para o bancário. Isto, sem qualquer discussão ou justificativa. É apenas um valor rebaixado para se livrar de um passivo.
O Sindicato dos Bancários de Curitiba rejeitou a proposta de criação destas comissões precarizantes e já tem mais de 2.500 bancários representados nas ações ajuizadas como substitutos processuais. O Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro também rejeitou a criação destas comissões flexibilizadoras de direitos e denunciou a prática do Banco para o Ministério Público do Trabalho.
Além disso, sindicatos que firmaram acordos para a implantação das referidas comissões diante das intransigências patronal e da falta de critérios das reuniões estão denunciando, rompendo, o acordo coletivo que institui as comissões.
Fonte: Imprensa SindBancários
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