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| Moção repudia perseguições aos dirigentes sindicais promovidas pelo banco |
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| Duas moções de repúdio foram aprovadas durante o 20° Encontro Estadual dos Bancários realizado no mês de maio, em Porto Alegre. Uma delas trata do desrespeito do Banco Itaú pelas perseguições aos dirigentes sindicais. A moção aborda a situação de uma dirigente da Fetrafi-RS, que acabou sendo demitida pelo banco após denunciar as más condições na estrutura de uma agência. A outra moção de repúdio é sobre o genocídio sionista na palestina e a instalação da embaixada norte-americana em Jerusalém. |
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Abaixo, a íntegra das duas moções: Moção de Repúdio ao Itaú Os bancários e bancárias da 20ª Conferência Estadual dos bancários do RS manifestam o total repúdio ao Banco ltaú por perseguição a Dirigente Sindical. A perseguição iniciou-se com reiteradas transferência logo após a posse da Dirigente Sindical na Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul (Fetrafi-RS). No exercício de suas atribuições, ao denunciar as más condições na estrutura de uma agência bancária devido a um vazamento de cano em um dos banheiros do saguão de atendimento, falta de água, problemas nos vasos sanitários e também falta de iluminação no banheiro, a Dirigente recebeu uma notificação de aviso de conduta. Por exercer suas atribuições sindicais, foi acusada de desrespeitar clientes, colegas, fornecedores, supervisores hierárquicos ao chamar o Sindicato para resolver os problemas. Absurda a situação em que o Itaú expôs seus trabalhadores e clientes a condições insalubres tendo que ir ao banheiro no escuro durante quatro dias, ao mau cheiro que persiste até hoje na cozinha e nas áreas de atendimento ao público devido ao vazamento de esgoto ocorrido. Situação ainda mais crítica, pois até o presente momento ainda não foi trocado o carpete. Ou seja, um Banco que teve a lucratividade de R$ 24,9 bi somente em 2017 não oferece condições mínimas de trabalho ou de atendimento aos seus clientes e condena uma dirigente combativa por denunciar isso e solicitar a presença do sindicato no local. Não bastando isso, o Itaú emitiu a segunda advertência 4 meses depois a dirigente, alegando novamente desrespeitar clientes, colegas, fornecedores e superiores hierárquicos por questionar a gerência em uma reunião motivo de não poder emitir e receber boletos quando os clientes não correntistas solicitarem. A falta de pessoal para atender a demanda não justifica barrar o acesso aos clientes. Ao invés de fornecer um atendimento precarizado o Itaú deveria contratar mais. Por tudo que foi exposto repudiamos o Itaú por práticas persecutórias a dirigente sindical utilizando-se de falsos pretextos para justificar demissão de representante da categoria bancária no desempenho de suas funções. Os bancários e bancárias da conferência se solidarizam com a Danessa e exigem a retirada imediata das advertências do Itaú.
Moção de Repúdio: Contra o genocídio sionista na palestina. Contra a mudança da embaixada estadunidense em Israel para Jerusalém. Até metade do mês de maio, ao menos 52 palestinos foram mortos e 2,4 mil ficaram feridos na Faixa de Gaza (muitas delas crianças) após repressão de Israel aos protestos contra a transferência da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém - a representação diplomática estadunidense estava sediada na capital de Israel, Tel Aviv. Jerusalém é palestina! A transferência da embaixada desrespeita resoluções da ONU, viola o direito internacional e afeta a Quarta Convenção de Genebra. Em 15 de maio de 2018 completaram-se 70 anos do início formal do processo de expulsão de palestinos de suas terras, através da criação do Estado de Israel, data conhecida como al-Nakba ("A catástrofe", em árabe). O capítulo mais recente da ascenção (patrocinada pelos Estados Unidos) do sionismo no oriente médio foi a violenta repressão de Israel, ocorrida na véspera do aniversário da al-Nakba. Fica claro que a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, em transferir a embaixada e reconhecer Jerusalém como capital de Israel, não passa de uma provocação que visa acirrar ainda mais os ânimos na região. Esse recente massacre evidencia que a limpeza étnica da Palestina persiste sem cessar há pelo menos 7 décadas. Milhões de civis palestinos foram mortos pelo exército israelense, foram expulsos de suas casas e território e tiveram seu direito de retorno negado pelo Estado de Israel nesses mais de 70 anos de genocídio. É preciso que o mundo enxergue isso de uma vez por todas e fortaleça a solidariedade aos palestinos. Por estas razões, os bancários e bancárias presentes no encontro estadual de 2018, declaram repúdio às ações dos Estados Unidos e do estado sionista de Israel, declarando todo seu apoio e solidariedade à causa palestina. Pela autodeteterminação do povo palestino! Pelo fim do genocídio sionista! Luciano Fetzner / Claudia Santos |
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