©2012 Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Erechim e Região
Todos os direitos reservados
Avenida Maurício Cardoso, 335, Sala 202
CEP 99700-426 - Erechim - RS
Fonex/Fax: (54) 3321 2788
seeb@bancarioserechim.org.br



Saques de recursos da caderneta de poupança somaram R$ 1,98 bilhão em 2016, informou BC Inadimplência recua de 4,2% no fim de 2015 para 3,9% em dezembro de 2016 (Maeli Prado)
Apesar da queda na inadimplência e no custo de captação de recursos pelos bancos, as taxas de juros cobradas dos consumidores subiram no ano passado.
O "spread" bancário (diferença entre o que os bancos pagam para captar o dinheiro e o que cobram na ponta) aumentou 5,3 pontos percentuais em 2016 nas linhas de crédito a pessoas físicas, segundo o Banco Central.
A inadimplência recuou de 4,2% no final de 2015 para 3,9% em dezembro de 2016.
O aumento do "spread" ocorreu mesmo com a queda de 11,3% para 9,6% na taxa de captação dos bancos.
A taxa média de juros cobrada dos consumidores nas linhas ao consumo, o que exclui o crédito imobiliário, passou de 63,7% ao ano no final de 2015 para 71,5% ao ano em dezembro de 2016.
Houve ligeira queda em relação ao pico de 73,6% registrado em outubro e novembro, movimen
to classificado como sazonal de fim de ano.
Para as empresas, por outro lado, a inadimplência subiu de 4,5% para 5,2%, mas a taxa média de juros recuou de 29,8% para 28,2% na mesma comparação.
"A inadimplência é um dos fatores determinantes do 'spread', mas essa evolução não necessariamente é imediata. É natural que ocorra alguma defasagem", Renato Baldini, do Departamento Econômico do Banco Central.
"No ano passado, os bancos promoveram diversas renegociações de dívidas, o que manteve a inadimplência sob controle", disse João Morais, economista da consultoria Tendências. "Mas o risco de crédito, que é ligado ao mercado de trabalho, piorou, e isso se refletiu no 'spread'."
Segundo ele, a expectativa para 2017 é de uma ligeira melhora no mercado de crédito. Entre novembro e dezembro, a concessões de novos empréstimos cresceram 1%.
Também houve queda no "spread", de 41,9 para 40,2 pontos percentuais. Mas Morais considera que ainda é cedo para falar em recuperação.
No ano passado, o estoque de operações de crédito recuou 3,5% (cerca de 10% se considerada a inflação do período). Foi a primeira retração, se forem considerados dados do BC desde 1994.
Para as pessoas físicas, o estoque cresceu 0,5% no consumo e 7% no imobiliário. Para as empresas, caiu 9,5%.
Houve retração de 13% nas linhas do BNDES, o que contribuiu para que a participação dos bancos públicos no crédito recuasse de 55,8% para 55,7% entre o fim de 2015 e de 2016. Isso interrompeu o processo de avanço dessas instituições iniciado em 2009. (Fonte: Folha.com)
©2012 Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Erechim e Região
Todos os direitos reservados
Avenida Maurício Cardoso, 335, Sala 202
CEP 99700-426 - Erechim - RS
Fonex/Fax: (54) 3321 2788
seeb@bancarioserechim.org.br
Municípios da Base: Erechim, Aratiba, Áurea, Barão do Cotegipe, Barra do Rio Azul, Barracão, Benjamim Constant do Sul, Cacique Doble, Campinas do Sul, Carlos Gomes, Centenário, Cruzaltense, Entre Rios do Sul, Erebango, Erval Grande, Estação, Floriano Peixoto, Gaurama, Getúlio Vargas, Ipiranga do Sul, Itatiba do Sul, Jacutinga, Machadinho, Maximiliano de Almeida, Marcelino Ramos, Mariano Moro, Paim Filho, Paulo Bento, Ponte Preta, Quatro Irmãos, São José do Ouro, São João da Urtiga, São Valentim, Severiano de Almeida, Três Arroios, Viadutos, todos no Estado do Rio Grande do Sul.