• 13 de setembro de 2016, 09:04
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Adesão à greve dos bancários cresce 15% em todo o país

Em Curitiba e região, mais de 300 agências fecharam nesta segunda-feira. Nova reunião entre patrões e empregados está marcada para esta terça (Lucas França) Depois do encerramento das negociações na última sexta-feira (9), quando os trabalhadores de bancos rejeitaram a proposta da Fenaban (braço sindical da Febraban, que representa os bancos) de reajuste de 7% no salário mais abono de R$ 3,3 mil, uma nova reunião entre patrões e empregados foi agendada para esta terça-feira (13), às 14 horas, em São Paulo.

Será o oitavo dia da greve, o quarto de paralisação efetiva em Curitiba – uma vez que nos dias 7 e 8 de setembro foi feriado na capital. A adesão ao movimento está crescendo.

No Paraná, até agora, são 683 agências fechadas (302 em Curitiba e Região) e oito centros administrativos – 182% a mais, em comparação com o primeiro dia de greve (terça-feira, 6). No estado, são mais de 14 mil trabalhadores paralisados, dos quais 9,4 mil em Curitiba, ou 52% do total de bancários. Nos sindicatos filiados a Federação dos Bancários do Paraná, são 363 agências fechadas.

No Brasil todo, 11.531 agências e 48 centros administrativos tiveram as atividades paralisadas nesta segunda (12), o que representa 48,97% de todas as agências brasileiras. A mobilização cresceu 15%, na comparação com a sexta-feira.

Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba, Elias Jordão, são poucas as expectativas para a reunião desta terça. “A proposta está muito longe do reivindicado. Em outros anos, a Fenaban era mais objetiva. Agora, eles estão tentando mexer em tudo, menos no que mais nos interessa: reposição da inflação e aumento real do salário”, explica.

O reajuste de 7% oferecido pelo sindicato patronal segue abaixo da inflação acumulada em 12 meses, que foi de 9,62% até agosto. Segundo os bancários, essa proposta significaria perda salarial de quase 2,5%.

Reforço Para dar força ao movimento dos bancários, teve início nesta segunda (12), a greve nacional dos financiários, categoria que também é representada pelo movimento sindical bancário. Seis financeiras deixaram de funcionar no primeiro dia de paralisação.

A decisão de suspender as atividades foi tomada em assembleia no dia 2, após a rejeição da proposta apresentada pela Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi), de reajuste de 7,86% (correspondendo a 80% do INPC de 9,83%), referente a junho de 2016, mais R$ 1 mil de abono. (Fonte: Gazeta do Povo)


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