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Entenda por que os bancários de todo o país estão em greve por tempo indeterminado
Acumular riqueza à custa da exploração do trabalhador é mole. O povo brasileiro paga um preço alto para que os banqueiros tenham uma vida fácil, de luxo e ostentação.
Enquanto o setor produtivo, como a indústria e o comércio, amargou recuos consideráveis nos últimos seis meses, com o trabalhador pagando a conta da crise financeira do país, o sistema financeiro lucrou no perí
odo R$36,3 bilhões, um crescimento de 27% em relação ao ano passado.
Os banqueiros faturaram esta dinheirama explorando e adoecendo bancários e abusando da economia popular. Os juros do cheque especial cresceram no semestre 387% e no cartão de crédito, 403%.
Os clientes tiveram que pagar 169% a mais pelas tarifas bancárias. Além de cobrar caro, os bancos oferecem serviços ruins à população, demitindo em massa funcionários, o que torna o atendimento ainda pior.
Este universo de números estratosféricos das instituições financeiras está infinitamente distante da realidade de uma inflação de 9,89% no semestre.
Já os bancários reivindicam um reajuste salarial justo e inteiramente compatível com os ganhos dos bancos: 16% de aumento. Mas a ganância dos banqueiros não tem limites.
A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) teve a cara de pau de oferecer apenas 5,5% de aumento, índice que não cobre sequer a inflação. Nada mais justo do que fazer greve, em favor da categoria e da sociedade.
Por isso, os bancários e bancárias contam cada vez mais com o apoio da população.
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