• 11 de novembro de 2019, 09:40
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Após fechar 463 agências, BB prevê apenas ajustes pontuais em rede

 

Expectativa agora é fazer ações mais específicas, como conversão de alguns espaços em agências especializadas, diz gerente-geral de RI (Por Talita Moreira)
   
O Banco do Brasil (BB) prevê fazer apenas ajustes pontuais em sua rede de agências no próximo ano, depois de ter fechado 463 unidades no período de um ano encerrado em setembro de 2019. “O grosso eu acho que a gente já fez”, afirmou o gerente-geral de relações com investidores, Daniel Maria, ao ser questionado sobre o assunto em teleconferência com investidores nesta sexta-feira para comentar os resultados do terceiro trimestre.

De acordo com ele, o processo de fechamento de agências já atingiu um nível ótimo, e daqui para a frente a expectativa é fazer ações mais específicas, como a conversão de alguns espaços em agências especializadas.

O vice-presidente de gestão financeira e de relação com investidores do BB, Carlos Hamilton, acrescentou ser pouco provável que o banco tenha um novo programa de fechamento de agências. Segundo Hamilton, a instituição vai passar a fazer uma análise mais frequente da estrutura de sua rede de agências.

“Sempre que a área de varejo apontar a necessidade de otimizar a estrutura, isso será feito, e pode ser aumentar ou reduzir o número de agências”, disse.

Resultado ajustado
O lucro líquido ajustado do BB deve ter novo aumento em 2020, afirmou Daniel. “Há espaço para continuar crescendo”, disse.

A expectativa do banco é que a carteira de crédito também cresça, assim como a margem financeira. Segundo Maria, o estoque de operações com grandes companhias deve chegar a um ponto de inflexão.

A carteira de crédito do BB para grandes empresas ainda vai encolher um pouco mais no quarto trimestre, mas já se aproxima do “ponto ótimo”, afirmou Daniel.

De acordo com ele, o banco mudou a estratégia para o segmento, priorizando operações de prazo mais curto e direcionando parte da demanda para o mercado de capitais.

O executivo disse que algumas companhias estão pagando antecipadamente seus empréstimos, o que contribuiu para a redução da carteira.

As despesas com provisão para devedores duvidosos (PDD) vão cair, e essa queda poderá ser até de dois dígitos, disse o executivo na teleconferência.

A receita de serviços tem espaço para continuar crescendo no ano que vem, e as despesas operacionais tendem a se manter sob controle, acrescentou.

O gerente-geral de RI disse também que o BB fez mudanças no tratamento de processos cíveis, o que vai reduzir à metade o risco legal do banco.

A elevação da alíquota da CSLL de 15% para 20%, no próximo ano, deverá elevar em quatro ou cinco pontos percentuais a alíquota efetiva de impostos do banco, que hoje está entre 18% e 23%. (Fonte: Valor Econômico)

 


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